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SBOC integra Grupo de Trabalho Intersetorial de Vacinação

A Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica (SBOC) é uma das 17 instituições da área da saúde integrante do Grupo de Trabalho Intersetorial de Vacinação do Adulto e do Idoso (VAI). Os objetivos desta iniciativa são conscientizar a população sobre a importância da vacinação além da infância e adolescência e desenvolver ações educativas para médicos e profissionais da saúde. A mobilização em prol da imunização tem especial relevância na medida em que o Brasil passa por um significativo processo de envelhecimento populacional. De acordo com o último Censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), de 2022, as pessoas com 60 anos ou mais representam 15,6% da população – uma alta de 56% em relação a 2010. Em contrapartida, a população até 14 anos caiu de 24,1% para 19,8%. Nesse cenário, é necessário ressaltar que pessoas de idade avançada tendem a ser mais vulneráveis a infecções que podem causar desfechos graves e levar ao declínio funcional, cognitivo ou perda da autonomia. Adultos e idosos imunodeprimidos ou com doenças de base – como diabetes, cardiopatias e câncer – correm mais risco de complicações. Segundo a coordenadora do Guia de Vacinação no Paciente Oncológico da SBOC – realizado em parceria com a Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm) –, Dra. Maria Ignez Braghiroli, a vacinação protege pacientes oncológicos, que muitas vezes têm a imunidade comprometida. “Vacinar é um ato de cuidado e prevenção”, reitera a oncologista clínica. Além disso, trata-se de um ato social importante: quem se vacina contribui para uma sociedade mais saudável, ao reduzir o risco de transmissão, o que ajuda a controlar surtos e a proteger comunidades inteiras. Por fim, as vacinas são investimentos inteligentes: os benefícios superam os custos diminuindo internações e reduzir gastos diretos e indiretos com saúde. A campanha também se direciona aos médicos. A estimativa é de que 80% dos pacientes que recebem prescrição profissional se vacine. Por isso, o grupo incentiva que todos os profissionais prescreveram as imunizações necessárias a seus pacientes e promovam a segurança e eficácia das vacinas. Além da SBOC, fazem parte do GTI-VAI as Sociedades Brasileiras de Cardiologia, de Cirurgia Oncológica, de Dermatologia, de Diabetes, de Geriatria e Gerontologia, de Genética Médica, de Infectologia, de Imunizações, de Pneumologia e Tisiologia, de Reumatologia, de Transplante de Médula Óssea e de Urologia; das Associações Brasileiras de Transplante de Órgãos e de Alergia e Imunologia; da Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia; e do Conselho Nacional de Secretários de Saúde. O grupo também conta com apoio do Departamento do Programa Nacional de Imunizações e do Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde.

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SBOC integra Grupo de Trabalho Intersetorial de Vacinação

A Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica (SBOC) é uma das 17 instituições da área da saúde integrante do Grupo de Trabalho Intersetorial de Vacinação do Adulto e do Idoso (VAI). Os objetivos desta iniciativa são conscientizar a população sobre a importância da vacinação além da infância e adolescência e desenvolver ações educativas para médicos e profissionais da saúde. A mobilização em prol da imunização tem especial relevância na medida em que o Brasil passa por um significativo processo de envelhecimento populacional. De acordo com o último Censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), de 2022, as pessoas com 60 anos ou mais representam 15,6% da população – uma alta de 56% em relação a 2010. Em contrapartida, a população até 14 anos caiu de 24,1% para 19,8%. Nesse cenário, é necessário ressaltar que pessoas de idade avançada tendem a ser mais vulneráveis a infecções que podem causar desfechos graves e levar ao declínio funcional, cognitivo ou perda da autonomia. Adultos e idosos imunodeprimidos ou com doenças de base – como diabetes, cardiopatias e câncer – correm mais risco de complicações. Segundo a coordenadora do Guia de Vacinação no Paciente Oncológico da SBOC – realizado em parceria com a Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm) –, Dra. Maria Ignez Braghiroli, a vacinação protege pacientes oncológicos, que muitas vezes têm a imunidade comprometida. “Vacinar é um ato de cuidado e prevenção”, reitera a oncologista clínica. Além disso, trata-se de um ato social importante: quem se vacina contribui para uma sociedade mais saudável, ao reduzir o risco de transmissão, o que ajuda a controlar surtos e a proteger comunidades inteiras. Por fim, as vacinas são investimentos inteligentes: os benefícios superam os custos diminuindo internações e reduzir gastos diretos e indiretos com saúde. A campanha também se direciona aos médicos. A estimativa é de que 80% dos pacientes que recebem prescrição profissional se vacine. Por isso, o grupo incentiva que todos os profissionais prescreveram as imunizações necessárias a seus pacientes e promovam a segurança e eficácia das vacinas. Além da SBOC, fazem parte do GTI-VAI as Sociedades Brasileiras de Cardiologia, de Cirurgia Oncológica, de Dermatologia, de Diabetes, de Geriatria e Gerontologia, de Genética Médica, de Infectologia, de Imunizações, de Pneumologia e Tisiologia, de Reumatologia, de Transplante de Médula Óssea e de Urologia; das Associações Brasileiras de Transplante de Órgãos e de Alergia e Imunologia; da Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia; e do Conselho Nacional de Secretários de Saúde. O grupo também conta com apoio do Departamento do Programa Nacional de Imunizações e do Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde.

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Presidente da SBOC defende fortalecimento de prevenção e diagnóstico precoce em audiência no Congresso

Em audiência pública realizada nesta terça-feira (24) na Câmara dos Deputados, a Presidente da Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica (SBOC), Dra. Clarissa Baldotto, destacou a importância da Política Nacional de Prevenção e Controle do Câncer como forma de prevenção e diagnóstico precoce do câncer no país. Dra. Clarissa lembrou os presentes que o controle do câncer no país não é apenas uma questão biológica, mas também social e ligada ao estilo de vida. Ao citar as estimativas recentes do Instituto Nacional de Câncer (INCA), que foram apresentadas no encontro, a presidente da SBOC demonstrou preocupação com o aumento de casos de câncer colorretal entre adultos jovens e a necessidade de combate a novas formas de tabagismo. “Precisamos começar a pensar no rastreamento, que é feito com colonoscopia, com mais detalhes. Além disso, essa é uma doença que precisa de modificações no estilo de vida, então políticas de alimentação e nutrição nos servem não apenas para tratar pacientes e sobreviventes, mas como forma importante de prevenção”, declarou a oncologista clínica. Um dos pontos centrais da participação da Presidente da SBOC foi o desafio econômico da oncologia moderna. Dra. Clarissa explicou que, nos últimos 20 anos, houve um avanço exponencial em medicamentos imuno e quimioterápicos, mas com custos igualmente elevados. Para auxiliar autoridades na tomada de decisões sobre o que deve ser priorizado na incorporação nas redes pública e privada, a SBOC desenvolveu o Índice de Priorização de Medicamentos. “Esse é um desafio no mundo inteiro e no Brasil o impacto pode ser ainda maior. No Índice, temos uma série de critérios para indicar quais medicamentos teriam impacto mais imediato e precisariam mais rapidamente serem incorporados no Sistema Único de Saúde e na rede privada”, introduziu. “Muitas vezes, escolhas precisam ser feitas e, por isso, estamos trabalhando juntamente com o Ministério da Saúde”, completou. Entre outros pontos, Dra. Clarissa também corroborou a importância das políticas de navegação, que funcionam como um guia para o paciente ao longo da jornada de tratamento. Na sua visão, a organização desses fluxos pode encurtar o tempo de diagnóstico e evitar o desperdício de recursos públicos. “Temos um comitê técnico multidisciplinar que vem trabalhando no treinamento de navegadores e em políticas de navegação. Precisamos trabalhar esta parte da Política Nacional de Prevenção e Controle do Câncer com prioridade”, disse. A audiência pública foi convocada por uma comissão especial da Câmara dos Deputados criada para acompanhar as ações de combate ao câncer no Brasil. O encontro foi realizado a pedido do deputado Weliton Prado como forma de acompanhar as mais recentes iniciativas do Ministério da Saúde e do INCA nesse âmbito. "É urgente conhecer as ações que estão sendo feitas para uma efetiva aplicação da Política aos usuários do Sistema Único de Saúde. A prevenção e o diagnóstico precoce são os melhores remédios contra a doença", declarou.

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