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Dra. Guacyra Magalhães Bezerra assume o Departamento de Atenção ao Câncer do Ministério da Saúde

A oncologista clínica Dra. Guacyra Magalhães Pires Bezerra é a nova Diretora do Departamento de Atenção ao Câncer – órgão vinculado à Secretaria de Atenção Especializada à Saúde (SAES) do Ministério da Saúde e responsável pela coordenação da Política Nacional de Prevenção e Controle do Câncer (CGCAN). A função era ocupada até então pelo também oncologista clínico Dr. José Barreto Campello Carvalheira. Associada da Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica (SBOC) desde 2010, Dra. Guacyra graduou-se em Medicina pela Universidade Federal da Paraíba (UFPB), fez residência em Clínica Médica e Terapia Intensiva pelo Hospital Universitário Lauro Wanderley (UFPB) e em Oncologia Clínica pelo Hospital Universitário Oswaldo Cruz, da Universidade de Pernambuco (UPE). Dra. Guacyra fez ainda MBA Executivo em Gestão da Saúde pela Faculdade Pernambucana de Saúde; mestrado em Patologia e doutorado em Medicina Tropical, ambos pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). Em sua trajetória profissional, atuou como oncologista clínica no Núcleo de Oncologia do Agreste (NOA), em Caruaru (PE); foi coordenadora do Serviço de Oncologia do Hospital Mestre Vitalino, presidente da Comissão de Cuidados Paliativos da instituição e preceptora da Residência de Clínica Médica na mesma instituição. Dr. José Barreto deixa legado importante Também associado à SBOC, o oncologista clínico Dr. José Barreto ficou à frente do Departamento de Atenção ao Câncer por aproximadamente 1 ano e sete meses. Neste intervalo, houve progressos importantes, incluindo a atualização do Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas (PCDT) para câncer de mama e a inclusão de terapias avançadas como os inibidores de ciclina e o trastuzumabe entansina. Destaca-se também a criação da Assistência Farmacêutica em Oncologia (AF-Onco), mecanismo que foi uma das frentes da reformulação da oncologia no Sistema Único de Saúde – iniciada com a instituição da Política Nacional de Prevenção e Controle do Câncer. A iniciativa foi criada como estratégia do Executivo para organizar o acesso a medicamentos oncológicos, garantindo a integralidade do tratamento medicamentoso na atenção contra o câncer, com base nos PCDTs do Ministério da Saúde.

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Dra. Guacyra Magalhães Bezerra assume o Departamento de Atenção ao Câncer do Ministério da Saúde

A oncologista clínica Dra. Guacyra Magalhães Pires Bezerra é a nova Diretora do Departamento de Atenção ao Câncer – órgão vinculado à Secretaria de Atenção Especializada à Saúde (SAES) do Ministério da Saúde e responsável pela coordenação da Política Nacional de Prevenção e Controle do Câncer (CGCAN). A função era ocupada até então pelo também oncologista clínico Dr. José Barreto Campello Carvalheira. Associada da Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica (SBOC) desde 2010, Dra. Guacyra graduou-se em Medicina pela Universidade Federal da Paraíba (UFPB), fez residência em Clínica Médica e Terapia Intensiva pelo Hospital Universitário Lauro Wanderley (UFPB) e em Oncologia Clínica pelo Hospital Universitário Oswaldo Cruz, da Universidade de Pernambuco (UPE). Dra. Guacyra fez ainda MBA Executivo em Gestão da Saúde pela Faculdade Pernambucana de Saúde; mestrado em Patologia e doutorado em Medicina Tropical, ambos pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). Em sua trajetória profissional, atuou como oncologista clínica no Núcleo de Oncologia do Agreste (NOA), em Caruaru (PE); foi coordenadora do Serviço de Oncologia do Hospital Mestre Vitalino, presidente da Comissão de Cuidados Paliativos da instituição e preceptora da Residência de Clínica Médica na mesma instituição. Dr. José Barreto deixa legado importante Também associado à SBOC, o oncologista clínico Dr. José Barreto ficou à frente do Departamento de Atenção ao Câncer por aproximadamente 1 ano e sete meses. Neste intervalo, houve progressos importantes, incluindo a atualização do Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas (PCDT) para câncer de mama e a inclusão de terapias avançadas como os inibidores de ciclina e o trastuzumabe entansina. Destaca-se também a criação da Assistência Farmacêutica em Oncologia (AF-Onco), mecanismo que foi uma das frentes da reformulação da oncologia no Sistema Único de Saúde – iniciada com a instituição da Política Nacional de Prevenção e Controle do Câncer. A iniciativa foi criada como estratégia do Executivo para organizar o acesso a medicamentos oncológicos, garantindo a integralidade do tratamento medicamentoso na atenção contra o câncer, com base nos PCDTs do Ministério da Saúde.

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INCA projeta 781 mil novos casos de câncer por ano no Brasil para o triênio 2026-2028

O cenário da oncologia no Brasil para os próximos anos revela um desafio de saúde pública de proporções crescentes, conforme aponta o relatório “Perfil Epidemiológico da Incidência de Câncer no Brasil e Regiões”, divulgado pelo Instituto Nacional de Câncer (INCA), nesta quarta-feira, 4 de fevereiro, em ocasião do Dia Mundial do Câncer. As estimativas para o triênio 2026-2028 indicam que o país deve registrar 781 mil novos casos anuais da doença. Retirando desse cálculo o câncer de pele não melanoma – que possui alta incidência, mas baixa letalidade –, o volume total de novas ocorrências atinge a marca de 518 mil diagnósticos por ano. Esse montante se distribui de forma quase equilibrada entre os sexos, com 49,4% dos casos previstos em homens e 50,6% em mulheres. De acordo com o INCA, o perfil da doença no Brasil é marcado pela predominância de seis tipos específicos de câncer, que juntos respondem por aproximadamente 65% de toda a carga de novos diagnósticos. Os tumores de mama feminina e de próstata continuam sendo as grandes prioridades, representando, cada um, cerca de 15% das ocorrências anuais. Logo atrás, o câncer de cólon e reto aparece como o terceiro mais frequente, com 10,4% dos casos, seguido pelos tumores de pulmão (6,8%), estômago (4,4%) e colo do útero (3,7%). O relatório destaca duas tendências relevantes relacionadas ao envelhecimento populacional e à adoção de estilos de vida menos saudáveis, como alimentação rica em ultraprocessados, sedentarismo e consumo de tabaco: o aumento dos casos de câncer colorretal e de câncer de pulmão. Este, sobretudo, entre mulheres e populações jovens, refletindo o impacto do tabagismo e novas formas de consumo de nicotina. Outro ponto crítico revelado pelo estudo é a profunda desigualdade regional no território brasileiro. Enquanto as regiões Sul e Sudeste apresentam um perfil de tumores mais associado ao envelhecimento e à urbanização, as regiões Norte e Nordeste ainda lidam com uma carga elevada de cânceres relacionados a causas infecciosas e vulnerabilidades sociais, como o câncer do colo do útero e o de estômago. No Amapá, por exemplo, o câncer de colo do útero chega a superar o de mama em incidência entre as mulheres. Ex-presidente da SBOC (2003-05) e atual diretor do INCA, Dr. Roberto de Almeida Gil, ressaltou, durante cerimônia de lançamento do documento, que estes dados servirão para as autoridades sanitárias definirem as próximas prioridades e construírem novas políticas públicas em relação ao cuidado com o câncer no Brasil.

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